Labirintos Femininos na Poesia de Ana Luísa Amaral e de Amalia Bautista

Marta Pessanha Mascarenhas

Abstract


Neste artigo debruço-me sobre a poesia de Ana Luísa Amaral e de Amalia Bautista sob uma perspetiva comparatista. Ambas as poéticas refletem um olhar feminista sobre o mito do labirinto, propondo uma revisão do cânone literário e dos arquétipos mitológicos. Ariadne é elevada ao estatuto de protagonista por ambas as poetisas e investida de um poder de agência que esteve soterrado sob a poeira da tradição sociocultural durante séculos.


Keywords


mito; labirinto; Ariadne; agência; arquétipos; cânone; tradição

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ISSN: 2000-3560